Bruno AndradeExecutivo sob demanda

Médicos e clínicas

Direcionamento executivo para médicos e clínicas

Clínica cheia não é clínica lucrativa. A maioria dos consultórios que atende bem perde dinheiro em três lugares: precificação de procedimento, taxa de ocupação de sala e dependência do dono na cadeira.

Case

Sócio de hospital em Alphaville

Entrei como sócio investidor e executivo de um hospital em Alphaville, onde o desafio não era demanda: era estrutura. Havia médicos excelentes, equipamento bom e uma operação que sangrava em glosa, escala de equipe e contratos mal negociados com convênios.

O trabalho foi executivo, não clínico: revisão de mix de procedimentos por margem de contribuição, renegociação de tabelas, redesenho da escala e um painel simples que mostrava, todo dia, receita por sala e por hora. O que era discussão de corredor virou número em tela.

O mesmo raciocínio se aplica a uma clínica de 3 salas. Você não precisa de mais pacientes — precisa saber quais pacientes, em quais horários, com qual procedimento, pagam a sua estrutura.

Travas típicas

  • Precificação feita por comparação com o vizinho, não por margem real
  • Dono como principal gargalo de faturamento (se ele para, a receita para)
  • Taxa de ocupação de sala desconhecida
  • Marketing que gera lead sem funil de conversão de agenda
  • Convênio mal negociado corroendo o particular

O que você recebe na sessão

  • Mapa de margem por procedimento
  • Plano de redução da dependência do dono
  • Estrutura de agenda e ocupação
  • Prioridade de ataque para os próximos 90 dias

Uma hora. Um plano. Ou o dobro do seu dinheiro de volta.

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