Bruno AndradeExecutivo sob demanda

Crédito e financeiro

Direcionamento executivo para crédito e financeiro

No crédito, o erro é sempre caro e sempre atrasado: aparece na inadimplência de três meses depois. Estrutura, funding e política de crédito valem mais que volume de originação.

Case

Fintech própria: R$ 100 milhões movimentados

Construí e operei uma fintech que movimentou mais de R$ 100 milhões, com R$ 50 milhões captados em operação estruturada — o tipo de dinheiro que só entra quando governança, compliance e modelagem de risco estão em pé.

O aprendizado central: originação sem política de crédito é passivo disfarçado de receita. Antes de escalar volume, montamos régua de risco, esteira de análise, precificação por faixa e um modelo de funding compatível com o prazo da carteira.

Para operações menores — factoring, correspondente, securitizadora, crédito consignado, antecipação — o roteiro é o mesmo, em escala menor: entender custo do dinheiro, spread real, inadimplência por safra e ponto de equilíbrio.

Travas típicas

  • Funding caro e mal casado com o prazo da carteira
  • Política de crédito informal, decidida no feeling
  • Spread bruto confundido com margem
  • Ausência de leitura por safra de inadimplência
  • Estrutura societária e regulatória frágil para captar

O que você recebe na sessão

  • Leitura de spread e custo real do dinheiro
  • Esqueleto de política de crédito
  • Caminho de estruturação para captação
  • Indicadores de carteira que importam

Uma hora. Um plano. Ou o dobro do seu dinheiro de volta.

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